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scanner de segurança dinâmico · roda na sua infraestrutura

Quem mais consegue ver esses dados?

O Sentinel grava o tráfego real da sua aplicação, reexecuta cada requisição como se fosse outro usuário e prova, com evidência, onde a autorização falhou. Roda na sua infraestrutura. Operável por quem não é especialista.

somente-leitura por padrão 39 validações ativas laudo em pt-BR
Tela de laudo do Sentinel: cabeçalho de risco, achados agrupados e evidência de requisição e resposta
o problema

Seu scanner testa configuração. Ninguém está testando autorização.

As falhas mais caras em aplicações modernas não são injeção de SQL — são falhas de autorização. Um usuário acessa o registro de outro. Uma empresa enxerga os dados de outra empresa no mesmo sistema. Um usuário comum executa uma ação de administrador. Essas falhas lideram o OWASP API Security Top 10.

01 · por que passa batido

O scanner não sabe de quem é o dado

Para uma ferramenta comum, um HTTP 200 com o registro de um funcionário é sucesso. Ela não tem como saber que aquele funcionário pertence a outra empresa. Detectar isso exige entender a lógica de negócio.

02 · por que custa caro

Hoje o teste depende de gente sênior

Exige um pentester com Burp Suite fazendo trabalho manual, não repetível — e que expira no dia seguinte ao deploy. É por isso que quase ninguém testa autorização com a frequência necessária.

Um scanner tradicional confere se as portas do prédio têm fechadura. O Sentinel pega a chave do apartamento 302, tenta abrir a porta do 401 — e te mostra a foto da porta aberta.
como funciona

Quatro passos. Nenhum deles exige um especialista em segurança.

passo 01

Grave

Navegue na sua aplicação logado como dois usuários diferentes e salve o tráfego. Pode ser pelo proxy do Sentinel, pelo DevTools do navegador ou pelo Burp.

passo 02

Suba

Arraste os arquivos na tela do Sentinel e diga quem é quem. Nada de escrever script, configurar coleção de API ou descrever endpoints.

passo 03

Rode

Um clique. O Sentinel reexecuta cada requisição como o outro usuário e como visitante anônimo, e compara as respostas.

passo 04

Leia

O laudo mostra o que foi testado, o que falhou, a prova e o que fazer. Exporte em PDF. Não é uma lista de alertas — é uma lista de perguntas respondidas.

Tela de alvo do Sentinel: importação da gravação do tráfego com passos guiados e arrastar-e-soltar
Alvo — suba as gravações e diga quem é quem. Sem script, sem configuração.
Visão geral do Sentinel: estatísticas, achados por severidade, tendência e tabela de execuções
Visão geral — o estado de segurança dos seus alvos, num relance.
a prova

O laudo mostra a requisição forjada e a resposta que o servidor não deveria ter dado.

Um relatório que diz "possível vulnerabilidade" gera meses de debate. Um relatório que mostra a requisição feita com a identidade B e o dado de A voltando na resposta gera um ticket de correção.

Laudo do Sentinel: requisição feita com a identidade B ao lado da resposta devolvendo o dado de A, com o segredo mascarado
Laudo — achados agrupados por tipo e ordenados por confiança, com a prova crua de cada um.
01

O que é

Título e explicação em português, sem jargão. Se aparecer um termo técnico, a tradução vem colada.

02

Como foi testado

Em uma frase: qual identidade foi trocada por qual, e o que se esperava que acontecesse.

03

A prova

A requisição exata e a resposta exata do servidor, com os segredos mascarados. A identidade aparece como rótulo, nunca como token.

04

O impacto

Severidade, nível de confiança, classificação OWASP e CWE.

05

A correção

O que fazer para resolver, mais um resumo explicativo em português para quem não é da área.

06

Exportável em PDF

Pronto para levar à diretoria, com evidência e detalhamento.

o motor de autorização diferencial

Quatro falhas que só aparecem quando você reexecuta como outra pessoa.

Cada requisição capturada roda três vezes: como o usuário original, como outro usuário e sem login nenhum. Se a resposta do usuário B contém o mesmo objeto que a de A, a autorização falhou — e o Sentinel guarda a prova.

Achado O que significa na prática Gravidade
Acesso anônimo indevido A operação respondeu sem nenhum login. Alta
Acesso entre usuários O usuário B viu o dado do usuário A, dentro da mesma empresa. É o que a literatura chama de IDOR / BOLA. Alta
Vazamento entre empresas Um usuário viu — ou alterou — dado de outra empresa no mesmo sistema. O isolamento entre clientes falhou. Crítica
Escalonamento de privilégio Um usuário comum acessou o que é exclusivo de um perfil privilegiado. Alta
além da autorização

Se o navegador consegue assinar a requisição, o material está no cliente — e um atacante alcança.

Inspeção em tempo real

Abre a aplicação em um navegador real sem interface, deixa o JavaScript rodar e observa o que ela guarda no armazenamento, o que monta em memória e o que dispara ao iniciar.

Aplicações compiladas — Flutter, por exemplo — não deixam nada legível no pacote entregue. Análise estática de 7 MB não revela nada; a credencial só aparece com a aplicação em execução.

Credenciais alcançáveis no cliente

  • Chaves de nuvem e de API embutidas no cliente
  • Chaves privadas alcançáveis pelo navegador
  • Token de sessão no armazenamento local
  • Configuração de plataforma exposta
  • Assinatura de requisição feita no cliente — e se a chave é temporária (aceitável) ou permanente (crítico)

O Sentinel reporta o tipo e o local da credencial — nunca o valor.

Prova ativa — e a chave que você nunca toca

Quando você autoriza, o Sentinel reproduz a assinatura da requisição e reenvia. Se o servidor aceitar, está provado que a assinatura não protege nada. Vale também para corpo de requisição criptografado.

Ele obtém a credencial de assinatura sozinho: com a inspeção em tempo real ligada, observa a própria aplicação assinando e guarda o material criptografado. A credencial nunca é exibida — nem para quem opera o Sentinel.

E do próprio laudo o operador pode alterar o corpo da requisição — trocar o identificador do objeto, mudar o valor de um campo — e reenviar, reassinando automaticamente. Isso eleva o resultado de "B alcança o dado de A" para "B sobrescreve o dado de A com um valor arbitrário".

Sempre atrás de opt-in explícito, com perfil de administrador e registro de auditoria dedicado. Nada disso roda por padrão.

Descoberta automática

Em APIs GraphQL, o Sentinel consulta o esquema, descobre quais operações existem, monta consultas sozinho e roda o mesmo teste diferencial — sem nenhuma captura prévia.

Só gera operações de leitura. Nunca escreve, independentemente da configuração.

Aplicativos Android

Suba o APK. O Sentinel extrai credenciais e endereços de servidor embutidos e verifica as configurações de segurança: tráfego sem criptografia, aplicativo depurável, backup permitido, componentes internos expostos.

O arquivo é analisado e descartado. Guarda-se apenas o resultado, criptografado.

Higiene de configuração e exposição

O piso, feito bem: cabeçalhos de segurança, CORS, flags de cookie, métodos HTTP perigosos, versões expostas — mais rastros de erro, listagem de diretório, arquivos de versionamento acessíveis, documentação de API aberta em produção, backups esquecidos e mapas de código publicados.

caso real · cliente anonimizado

Dois achados em uma única execução. Juntos, um incidente.

Uma aplicação corporativa multiempresa: um app web moderno — compilado, sem código legível — conversando com uma API na nuvem. Vários clientes distintos no mesmo sistema.

achado 1 · a chave

Credencial permanente, antes do login

O aplicativo assina suas requisições para a nuvem usando uma credencial permanente, disponível no navegador antes mesmo de qualquer login. A análise estática do pacote de 7 MB não revelava nada — a credencial só aparece com a aplicação em execução, e é exatamente ali que o Sentinel olhou.

achado 2 · a porta

Escrita entre empresas, confirmada

O motor diferencial reexecutou uma operação de alteração de dados usando a identidade de outra empresa. O servidor aceitou. Falha comprovada com evidência crua — requisição e resposta.

Sozinho, cada achado é sério. Juntos, são um incidente: um atacante sem nenhuma conta no sistema extrai a credencial, assina como se fosse a aplicação e age sobre os dados de qualquer cliente.

Ele achou isso na primeira execução. Sem pentester.

quatro compromissos

O Sentinel manipula credenciais reais de produção. Ele foi construído sabendo disso.

A IA nunca vê dado do cliente

Antes de qualquer texto ir para o modelo, uma barreira remove endereço, URL, IP, nome de empresa e segredos — verificada na entrada e na saída. O modelo recebe o padrão do problema, nunca o dado.

Segredo é usado, nunca exibido

Credenciais são criptografadas em repouso e de escrita apenas: entram, são usadas pelo motor e nunca voltam para a tela, o laudo ou o log. Nem o operador vê a chave da própria empresa.

Somente-leitura por padrão

Nada que escreva no seu sistema roda sem uma autorização explícita e consciente do operador. As opções perigosas ficam recolhidas atrás de um aviso.

Sem alvo não autorizado

O Sentinel se recusa, por design, a alcançar redes internas e endereços privados. E roda inteiramente na sua infraestrutura, via Docker: tráfego, credenciais e laudos não saem da sua rede.

comparativo

Contra o que você provavelmente está comparando.

DAST tradicional Pentest manual com Burp Sentinel
Testa autorização entre usuários Não Sim Sim
Precisa de especialista Não Sim Não
Repetível a cada release Sim Não — custa caro toda vez Sim
Entrega prova, não suspeita Raramente Sim Sim
Dados ficam com o cliente Depende — muitos são SaaS Sim Sim
Enxerga aplicação compilada em execução Não Manualmente Sim

Contra o DAST tradicional: Ele confere as fechaduras. O Sentinel testa as chaves.

Contra o pentest manual: O pentest te dá a resposta de terça-feira. O Sentinel te dá a resposta de hoje — e de novo no próximo deploy. Ele não substitui seu time de segurança: automatiza o trabalho repetitivo e caro, para o especialista cuidar do que exige criatividade.

transparência

39

validações ativas, todas listadas e explicadas dentro do produto

Uma tela do Sentinel lista todas as validações que ele executa, com o que cada uma significa, qual o impacto e qual a severidade. Essa lista é gerada a partir do próprio motor de scan — ela não pode divergir do que o produto realmente faz.

Configuração 13 Exposição de informação 10 Controle de acesso 4 Credenciais no cliente 5 Forja e assinatura 3 Android 4

O escopo é deliberadamente focado: autorização, credenciais no cliente, configuração e exposição de informação. Injeção de SQL, XSS e abuso de lógica de negócio estão no roadmap — não no produto de hoje.

licenciamento

Uma licença. Rode quantas vezes quiser.

Você não paga por scan, por alvo ou por projeto. Não contamos seus scans.

Licença por instalação, anual

O direito de rodar o Sentinel na infraestrutura da sua empresa, com tudo liberado. Um número, um ano, sem medidor.

O preço acompanha o porte, não o uso

Faixas por tamanho de empresa. A startup não paga como o banco, e nenhuma das duas é punida por testar mais.

Só on-premise, por escolha

Não existe versão SaaS do Sentinel: ele roda exclusivamente na infraestrutura da sua empresa, via Docker. É isso que garante que tráfego, credenciais e laudos não saem da sua rede — e a implantação nesse ambiente entra na conversa comercial junto com a licença.

O que não existe aqui

  • → Cota de execuções ou de requisições
  • → Cobrança por alvo, projeto ou ambiente
  • → Assento por usuário — a equipe inteira usa
  • → Estouro de limite no meio de uma investigação
  • → Pedir autorização interna para rodar de novo

Testar mais é o comportamento que queremos incentivar — não faz sentido cobrar por ele. Rode a cada deploy, em todos os ambientes, no dia em que suspeitar de algo. O laudo é o mesmo, ilimitado.

para onde vai

Não basta expor a vulnerabilidade. O Sentinel tem que conseguir testá-la sozinho.

  • Novos módulos determinísticos — validações de token JWT e de ausência de limite de tentativas.
  • Adjudicação por IA — separar vulnerabilidade real de falso positivo, agrupar achados duplicados e gerar payloads contextuais.
  • Integração com CI/CD — hoje a operação acontece inteiramente pela plataforma; disparar scan pelo pipeline é item de roadmap.
  • SSO e laudo consolidado multiempresa — login corporativo federado e visão agregada de várias empresas em um só laudo.
  • Suporte com SLA — níveis de atendimento contratados.
  • Licenciamento comercial — controle dos módulos avançados e das capacidades liberadas em cada contratação.

Itens de roadmap, não funcionalidades disponíveis hoje.

piloto

Rode o Sentinel em uma aplicação sua e veja o laudo.

Instalamos na sua infraestrutura, acompanhamos a primeira captura e entregamos o laudo completo. Nenhum dado sai da sua rede em nenhum momento.

01

Escopo

Escolhemos juntos um alvo: site, API, painel ou app.

02

Execução

Docker no seu ambiente, duas capturas, um clique.

03

Laudo

PDF em português, com evidência e correção.

O Sentinel usa credenciais. Ele nunca as mostra — nem para você.

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